A fé é a forma de entrada no mundo espiritual e, sobretudo, em uma relação profunda com Deus (Jo 3, 12 e Rm 1, 17). Porém, a fé sozinha não se sustenta. É importante que ela seja preenchida pela caridade, a saber, por uma substância que a sustente e lhe dê fundamento (Rm 13, 8). A caridade é a substância do Cristianismo e também da Lei Deuteronômica, pois é o resumo da mesma. Fides et Caritas. Ainda, a esperança de ver o Senhor Jesus face a face (1 Co 13, 12) também faz parte da consumação dessa relação. Fé, esperança e caridade: as virtudes teologais do cristianismo (1 Co 13, 13). Praticamos tais virtudes adorando o Senhor em Espírito e Verdade (Jo 4, 23), assim como também na Eucaristia (Jo 6, 27 e At 2, 42) e na consumação dos Sacramentos.
A graça é a forma de Deus relacionar-se com nós, aumentando a nossa fé. O amor de Deus é a substância dessa graça (1 Jo 4, 19), pois Ele nos ama mais do que podemos imaginar. Afinal, os pensamentos d´Ele são mais altos que os nossos, e o amor d´Ele também é mais alto que o nosso (Is 55, 8).
A concluir: a causa substancial do Cristianismo é a caridade. A instrumentalização dessa relação é a fé (1 Jo 5, 1).
Em Hebreus 11, a Palavra diz que a fé é o firme fundamento de todas as coisas que não se vêem. A caridade é a constituição de nossas relações com Deus e com o próximo (Mc 12, 28). Somos seres relacionais. Relacionamo-nos com nosso Pai Criador e com nosso Salvador, o Senhor Jesus, bem como com o próximo. O que embasa essa relação é o Espírito Santo, que nos auxilia na tarefa de aumentar nossa fé, nossa esperança e nosso amor. Porém, de todas as vocações do Espírito Santo, o Amor é o maior (1 Co 13).
Assim, consolados pelo Santo Espírito, em um mundo odioso aos céus, em uma Jerusalém terrestre que odeia a Jerusalém Celeste (Jo 14, 17), somos mais do que vencedores (Rm 8, 37) na batalha interna que opera em nossa alma. Existimos em uma complexidade tal que vivemos em oposição de nós com nós mesmos. As oposições e contrariedades existentes na realidade não ocorrem apenas fora, mas dentro de nós. Em nossa existência nos relacionamos com os outros. Com relação aos seguidores de Cristo, essa relação toma proporções que são ininteligíveis para os homens do mundo. O amor de Cristo transcende a troca, a espera, a amizade, não aguarda devoluções. Apenas ama por amar. Ama os inimigos ou em nosso caso procura amá-los, embora para tanto precisemos morrer para o mundo (Lc 6, 27)!
A vida de um Cristão toma uma complexidade que supera o mundo e a própria história. A bem dizer, a vida de um cristão é uma experiência autobiográfica (Santo Agostinho, Confissões), um mergulho profundo na alma que só ocorre porque o juízo sobre os próprios atos não estão mais no plano da consciência autônoma, mas na psyche, isto é, no lugar em que o Espírito Santo habita e nos avisa de nossos pecados. Enfim, a existência cristã é uma anamnesis (Eric Voegelin, Anamnesis), uma vida confessional. O Senhor está sempre a nos dizer o que devemos fazer e no que erramos e em que área precisamos melhorar perante Ele. O pecado é a morte e a firmeza em Cristo Jesus é a vida. Aqueles que perseveram firmes na Pedra angular, na Rocha viva e preciosa (1 Pe 2, 7) começam aqui uma vida que não terá fim. Uma vida que, no primeiro estágio, precisa ser opositiva, batalhada, calejada pelas lutas que todo soldado de Cristo, arregimentado pelas Sagradas Letras do Evangelho, incorre para alcançar a Coroa da Salvação (Fl 3, 1). Salvação, nesse particular, representa apenas a passagem para uma Segunda vida, essa então eterna, sem tempo, sem história, sem contradições, mas constituída por uma relação direta e face a face (1 Co 13, 12) com Jesus e com o Pai. Uma vida plena de sentido, transfigurada em corpos incorruptíveis, imaculados, sem pecados (1 Co 15, 42). Porém, para conseguirmos chegar ao final da corrida da salvação, precisamos começar a mortificar nossa carne mortal aqui (Rm 8, 13), nesse primeiro estágio, em uma etapa marcada pela guerra de nosso Espírito contra nossa carne, uma batalha entre os Anjos auxiliadores e conservos, contra os demônios malditos (Ef 6, 18)! Precisamos nascer de novo para conhecer o Reino de Deus e sairmos do reino das trevas (Mt 13, 45).
Em suma, a história da vida cristã é uma história da salvação. Procuremos morrer para o mundo e viver com Jesus, pois viver é Cristo e morrer é lucro (Fl 1, 21).
A graça é a forma de Deus relacionar-se com nós, aumentando a nossa fé. O amor de Deus é a substância dessa graça (1 Jo 4, 19), pois Ele nos ama mais do que podemos imaginar. Afinal, os pensamentos d´Ele são mais altos que os nossos, e o amor d´Ele também é mais alto que o nosso (Is 55, 8).
A concluir: a causa substancial do Cristianismo é a caridade. A instrumentalização dessa relação é a fé (1 Jo 5, 1).
Em Hebreus 11, a Palavra diz que a fé é o firme fundamento de todas as coisas que não se vêem. A caridade é a constituição de nossas relações com Deus e com o próximo (Mc 12, 28). Somos seres relacionais. Relacionamo-nos com nosso Pai Criador e com nosso Salvador, o Senhor Jesus, bem como com o próximo. O que embasa essa relação é o Espírito Santo, que nos auxilia na tarefa de aumentar nossa fé, nossa esperança e nosso amor. Porém, de todas as vocações do Espírito Santo, o Amor é o maior (1 Co 13).
Assim, consolados pelo Santo Espírito, em um mundo odioso aos céus, em uma Jerusalém terrestre que odeia a Jerusalém Celeste (Jo 14, 17), somos mais do que vencedores (Rm 8, 37) na batalha interna que opera em nossa alma. Existimos em uma complexidade tal que vivemos em oposição de nós com nós mesmos. As oposições e contrariedades existentes na realidade não ocorrem apenas fora, mas dentro de nós. Em nossa existência nos relacionamos com os outros. Com relação aos seguidores de Cristo, essa relação toma proporções que são ininteligíveis para os homens do mundo. O amor de Cristo transcende a troca, a espera, a amizade, não aguarda devoluções. Apenas ama por amar. Ama os inimigos ou em nosso caso procura amá-los, embora para tanto precisemos morrer para o mundo (Lc 6, 27)!
A vida de um Cristão toma uma complexidade que supera o mundo e a própria história. A bem dizer, a vida de um cristão é uma experiência autobiográfica (Santo Agostinho, Confissões), um mergulho profundo na alma que só ocorre porque o juízo sobre os próprios atos não estão mais no plano da consciência autônoma, mas na psyche, isto é, no lugar em que o Espírito Santo habita e nos avisa de nossos pecados. Enfim, a existência cristã é uma anamnesis (Eric Voegelin, Anamnesis), uma vida confessional. O Senhor está sempre a nos dizer o que devemos fazer e no que erramos e em que área precisamos melhorar perante Ele. O pecado é a morte e a firmeza em Cristo Jesus é a vida. Aqueles que perseveram firmes na Pedra angular, na Rocha viva e preciosa (1 Pe 2, 7) começam aqui uma vida que não terá fim. Uma vida que, no primeiro estágio, precisa ser opositiva, batalhada, calejada pelas lutas que todo soldado de Cristo, arregimentado pelas Sagradas Letras do Evangelho, incorre para alcançar a Coroa da Salvação (Fl 3, 1). Salvação, nesse particular, representa apenas a passagem para uma Segunda vida, essa então eterna, sem tempo, sem história, sem contradições, mas constituída por uma relação direta e face a face (1 Co 13, 12) com Jesus e com o Pai. Uma vida plena de sentido, transfigurada em corpos incorruptíveis, imaculados, sem pecados (1 Co 15, 42). Porém, para conseguirmos chegar ao final da corrida da salvação, precisamos começar a mortificar nossa carne mortal aqui (Rm 8, 13), nesse primeiro estágio, em uma etapa marcada pela guerra de nosso Espírito contra nossa carne, uma batalha entre os Anjos auxiliadores e conservos, contra os demônios malditos (Ef 6, 18)! Precisamos nascer de novo para conhecer o Reino de Deus e sairmos do reino das trevas (Mt 13, 45).
Em suma, a história da vida cristã é uma história da salvação. Procuremos morrer para o mundo e viver com Jesus, pois viver é Cristo e morrer é lucro (Fl 1, 21).
2 comentários:
Que a paz de Jesus e o amor de Nossa Senhora estejam sempre com voce, meu
irmão!
Estou aqui para lhe propor uma parceria entre o teu site e o meu
blog,
que se chama APELOS DO
CEU (www.apelosdoceu.com).
No meu blog eu trato de diversos temas relacionados à Santa Madre Igreja,
dentre eles destaco: as aparições de Nossa Senhora, Jesus e São MIguel
na cidade de Porto Belo - SC, ao confidente Cláudio Heckert; Movimento
Salvai Almas; as aparições de Nossa Senhora ao confidente Pedro Regis, na
cidade de ANguera-BA; defesa da fé católica; tento falar bastante sobre o
tema
Fim dos Tempos, correlacionando as notícias do dia-a-dia com os sinais
característicos deste período.
Bem, estes são alguns temas que trato no meu blog.
Tenho certeza que uma parceria entre nossos sites seria de grande ajuda
para a EVANGELIZAÇÃO das pessoas. Afinal, estou certo de que este é o
teu
objetivo principal também não é? :)
Bem, se quiser formar parceria estou aberto para trocarmos links.
Aguardo teu contato!
Aproveito para lhe parabenizar muito pelo teu site! Está
maravilhoso!
Grande abraço e fica com Deus!
Fraternalmente,
Vitor
MOVIMENTO SALVAI ALMAS.
WWW.APELOSDOCEU.COM
Ah, esqueci de avisar...
Meu email é o parceria@apelosdoceu.com
Abraçao!
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